
Nome: San Picciarelli
Idade: 37 anos
Na Foto ao lado, “Donnatella” (a.k.a.) Foo-Foo”
(às vezes, reencarno na minha galguinha…)
Apelido de Infância: “Diabo Loiro”, “Demônio Albino”, essas baixarias…
Autobiografia: é só clicar Aqui.
Fotografia: “A Luz e o Espírito são sinônimos” – “My favourite toy is a box that captures light…”
Minha Frase: “Forever “I’m glad I did” instead of “I wish I had”. There ain’t no ‘just try it’ in real life.”
Filosofia: “Transformar e ser Transformado”
Bios: Ainda sou aquele moleque que dizia ao soprar as velas de aniversário (aos 7 anos) que “queria ser um tipo de médico e escrever daquelas coisas que as pessoas têm dentro da cabeça” e o moleque que vê o mundo em frames, sons, desenhos, sensações, imagens, símbolos e arquétipos… De aspirante a publicitário e desenhista quando garoto até psicoterapeuta e cientista, ainda com ‘xanha’ de algo mais.
No entremeio, já fiz de tudo para pagar as contas, os estudos, os desejos. Salva-vidas no verão, cocktailler e cozinheiro do próprio café na Europa aos 19 (meu primeiro grande empreendimento que furou feio!) e dono da própria clínica/escola, até vender lápide eu já vendi na adolescência. Já atendi contas grandes, lecionei em lugares bacanas, já atendi clientes minúsculos… e incríveis.
Depois de uma primeira grande volta, um segundo ciclo se iniciou quando voltei ao Brasil e os desejos lá de trás começaram a mexer nas mãos e nos olhos daquele menino branquelo com dois sonhos gigantes.
Hoje eu, minha esposa e minha galguinha Donnatella nos acomodamos em meu próprio home-studio-office como líder da Yellowberry (um bureau de jornalismo, PMP e inteligência de web) e da San Picciarelli Photography (onde escrevo as palavras e me expresso com as imagens que consigo merecer capturar).
Meu trabalho com meu irmão-amigo-escudeiro-cumpadre Sardinha é trazer ritmo e realização para o nosso precioso caos-criativo de incríveis projetos na Sardinha17.
Ainda me lembro de quando essa relação começou: uma entrevista regada a estatística, esperanto, holismo e gestão das contas da agência abria portas para uma fértil e produtiva amizade colaborativa. Achei o cara louco como eu, me apaixonei por ele e seu talento. Tudo ao som tocado a várias mãos de blues, groove e bossa.
Muuuuita bossa…




